terça-feira, 16 de junho de 2015

Cestinha de peito de peru


Para testar... ontem saiu a cestinha de peito de 
peru com legumes e carne moida.
Ficou muito gostosa. E para dar liga fiz ovos batidos com tapioca ... ficou delicosa!!




segunda-feira, 15 de junho de 2015

Doença celíaca mata 42 mil crianças por ano no mundo

O ano é 2005. A professora universitária Flávia Anastácio de Paula lida com uma cena que virou rotina. Seu filho do meio, Emílio, então com apenas dois anos, vomita sem parar durante horas. Abaixo do peso, com constipação crônica, crises de hiperatividade, pneumonias frequentes, dores fortes nas pernas e peso e estatura muito abaixo do indicado, Emílio começou a adoecer quando tinha apenas seis meses de vida. À época, Flávia deu início a uma via-crúcis: descobrir qual era a doença do filho. No caminho, que durou quatro anos, passou por mais de 15 médicos diferentes, dezenas de exames clínicos e laboratoriais e internações hospitalares regulares. Em setembro de 2007, aos quatro anos, Emílio foi enfim diagnosticado: ele era portador da doença celíaca.



Doença celíaca: o glúten, presente no trigo, na cevada e no centeio, é responsável por

desencadear a patologia (Thinkstock/VEJA)
 
Ainda desconhecida pela grande maioria da população - e, infelizmente, por parte da classe médica - a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio. O primeiro levantamento global sobre a doença, divulgado no final de julho, indica que ela cause a morte de cerca de 42.000 crianças todos os anos no mundo. Em entrevista ao site de VEJA, Peter Byass, epidemiologista coordenador do estudo que reuniu o departamento de saúde pública e medicina clínica da Universidade de Umea, na Suécia, e a Faculdade de Saúde da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, avalia que no Brasil 200 crianças morram anualmente em função desse mal. Alguns estudos internacionais afirmam ainda que uma a cada 100 pessoas no mundo seja portadora da doença; outros, que mais da metade dessas pessoas não sabem que estão doentes. No Brasil pouco se sabe sobre a incidência da doença, já que faltam levantamentos nacionais. Dados de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, realizada em 2007, apontam que um a cada 214 brasileiros tem a doença. Os dados existentes sobre doença celíaca, como se vê, são poucos, dispersos e por vezes desatualizados.
A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeiraDIETA livre de glúten para pacientes com doença celíaca - que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes.
Dificuldades - Casos como o de Emílio são minoria, mas estão longe de se tratar de uma exceção. Embora a intolerância ao glúten costume aparecer de maneira mais amena na maioria dos casos, 20% dos celíacos têm sintomas extremos, segundo Aytan Miranda Sipahi, coordenador do Laboratório de Gastroenterologia Clínica e Experimental da USP. Os demais podem ter apenas um dos sintomas, como enxaqueca, aftas e flatulência. Por não serem tão severos ou alarmantes, acabam dificultando o diagnóstico. Por isso, a doença celíaca é normalmente representada como um iceberg. Na ponta (pequena parte à vista), estão pacientes como Emílio, sua mãe e seus dois irmãos: pessoas que sofrem, e muito, com a doença. Em todo o restante da enorme massa de gelo, estariam pacientes como Raquel Benati.
A professora de artes, hoje com 48 anos, demorou duas décadas para receber o diagnóstico da doença. "Os médicos não investigavam a doença celíaca, porque só detectavam uma anemia. Eu até tinha crises de diarreia eventuais, mas a constância maior era das prisões de ventre", diz. Hoje, Raquel é vice-presidente do braço carioca da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra) e secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que conta com cerca de 20.000 associados. Seu trabalho nas instituições é orientar os celíacos e ajudar a conscientizar a população. "Os médicos relutam em fazer o diagnóstico, principalmente quando você não tem o quadro clássico. Conheço muita gente que foi até o consultório especificamente pedir para fazer o exame."
Diagnóstico e complicações - A investigação para a conclusão do diagnóstico costuma seguir três passos: histórico familiar da doença, exame de sangue e biópsia do intestino delgado por endoscopia. Por ser genética, a doença pode estar presente em um ou mais membros da mesma família. O teste sorológico de sangue, por sua vez, visa detectar antígenos da doença. Quando esse exame de sangue dá positivo, é feita a endoscopia com biópsia do intestino, exame considerado definitivo para um diagnóstico. Nessa fase se procura saber se as vilosidades (dobras no intestino responsáveis por aumentar a absorção de alimentos) da mucosa intestinal foram agredidas e atrofiadas - uma característica da intolerância ao glúten. O histórico familiar sozinho não basta para detectar a doença. Para saber com certeza, só após o exame de sangue combinado com a biópsia.
Mesmo nos casos mais amenos da doença, a detecção é fundamental. Isso porque as complicações podem levar a problemas graves, como osteoporose, doenças autoimunes, linfoma e outros cânceres e problemas na tireoide. "Há ainda casos em que a pessoa fica infértil ou pode ter abortos repetidos", diz Vera. Isso ocorre porque a exposição ao glúten faz com que o sistema imunológico trabalhe sempre acima do seu limite, fazendo com que as células de defesa proliferem. Essa hiperatividade pode acabar resultando em linfoma - que é justamente uma proliferação exagerada das células de defesa. O motivo disso acontecer ainda não é conhecido pela medicina.
DIETAcomplicada - De acordo com Vera Lúcia Sdepanian, coordenadora do curso de residência em gastroenterologia pediátrica da Unifesp, umaDIETA SEM GLÚTEN só é indicada após o diagnóstico positivo, caso contrário ela pode dificultar o processo de reconhecimento da doença. "Quando se para de comer glúten, os antígenos deixam de ser detectados no exame de sangue e as vilosidades do intestino vão voltando ao normal depois de seis meses. Assim, nenhum exame vai dar positivo para a doença, mesmo que a pessoa seja intolerante." A rigor não existe problema em uma dieta sem glúten. A proteína não é essencial na alimentação humana, de acordo com nutricionistas. A única grande dificuldade é justamente a grande restrição alimentar, uma vez que a maior parte dos alimentos industrializados contém o ingrediente. "Não é fácil fazer uma dieta sem glúten", diz John Cangemi, gastroenterologista especialista na doença da Clínica Mayo, nos Estados Unidos. "Trigo, cevada e centeio são componentes de muitos tipos de alimentos, além de fazer parte de alguns medicamentos, doces e outros produtos. A pessoa pode, simplesmente, não se dar conta da presença deles." Vários outros alimentos além dos pães contêm a proteína, como cerveja, queijos fundidos, patês enlatados, embutidos, maionese, catchup e alguns temperos industrializados. O chocolate em teoria não tem glúten, mas como é feito na mesma esteira das bolachas - e corre risco de contaminação - é vendido com o selo contém glúten. "O paciente terá de conviver com muitas limitações alimentares, mas uma boa orientação nutricional pode tornar sua vida mais simples", afirma André Zonetti de Arruda Leite, médico assistente da disciplina de gastroenterologia clínica do departamento de gastroenterologia da FMUSP.
Fonte: Veja

Medalhão de filé com legumes e aspargos


Um AMOÇO DELICIOSO!!!
Medalhão de file com aspargos, legumes e cebolas caramelizadas!!


domingo, 14 de junho de 2015

Massas sem gluten e saborosas!!!

Barilla Sem gluten
Barilla Glúten Free é preparada com milho branco, milho amarelo e arroz, uma receita exclusiva de sabor equilibrado e textura sempre al dente.



A linha Seitz

https://www.seitz-glutenfrei.de/de/
Mais opções para o dia a dia!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Jantar de hoje

O jantar de hoje foi purê de mandioquinha, 
legumes com ervas de provance e frango com 
toque suave de limão siciliano.
Leve e saudável!






Para esquentar!!!

Sopa Italiana de batata, tomate e manjericão

O sabor dessa mistura batata, tomate e manjericão é perfeita.
A batata é nutritiva e possui nutrientes que alimentam nosso sistema nervoso, como vitaminas do complexo B, vitamina C e potássio. Já o tomate possui vitaminas A e E, além de muito ferro. O manjericão, que é a alma dessa sopa, é tranquilizante natural, relaxando músculos tensos  do corpo e acalmando a ansiedade.

E é um excelente remédio para o estresse.

4 CS de azeite
1 cebola grande e em rodelas
1 folha de louro
1jg de batatas descascadas e cortadas em pedaços
Sal e pimenta a gosto
1,5 l de água
450g de tomates sem pele e cortados em pedaços
2 punhados de folhas de manjericão


Aqueça 1 colher de sopa de azeite, acrescente a cebola e a folha de louro e cozinhe em fogo médio durante 5 minutos. Acrescente as batatas e o sal, tampe e deixe cozinhar em fogo baixo por 5 minutos.  Acrescente a água, deixe ferver e cozinhe com a  panela tampada por cerca de 20min. até as batatas estiverem macias. Sem coar, amasse a batata, mas sem deixar virar um purê.
Aqueça 1 colher de sopa de azeite em outra panela. Acrescente os tomates e cozinhe em fogo médio até a mistura começar a engrossar. Amasse ligeiramente os tomates até adquirirem a consistência de molho. Tempere a gosto e misture com as batatas cozidas. Bata o manjericão com 2 colheres de sopa de azeite no liquidifciador e tempere com sal e pimenta. Sirva com uma colher do purê de manjericão em cima da sopa. 
Rende 6 porções



Fonte: Bebidas que curam - Anne Mcintyre


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Quanto tem?

Lactose nos alimentos




Soro de leite em pó: 69%
Leite em pó desnatado: 51,3%
Leite em pó integral: 37,5%
Leite condensado: 12,3%
Leite integral ou semi ou desnatado: 4,9%
Sorvete feito com leite: 5,7%
Iogurte integral: 4,5%
Ricota: 3,6%
Queijo Mozzarella light: 3,1%
Chantilly: 2,9%
Queijo Mozzarella de búfala: 2%
Gorgonzola: 1,2%
Brie: 1%
Cheddar: 1%
Parmesão: 1%
Camembert: 0,9%
Manteiga: 0,9%
Margarina feita com leite: 0,5%
Leite com lactose reduzida a 90%: 0,49%

Mesmo assim, não arrisco nenhum.. rsrsrsrs
Já fui muito pela dor.. agora não... kkkk

Mas não custa saber um pouquinho... bjs

Fonte: NDC - National Dairy Council ( Conselho Nacional de Laticínios - EUA) www.nationaldairycouncil.org)
Foto: http://emagrecendofeliz.com.br/o-leite-atrapalha-perder-peso/

BIO BRAZIL

BIO BRAZIL FAIR começa hoje
122 expositores apresentam ao mercado uma variedade de produtos orgânicos, incluindo alimentos, bebidas, cosméticos e insumos.
Tem início hoje na Bienal do Ibirapuera, dia 10 de junho, a 11ª edição da BIO BRAZIL FAIR | BIOFACH AMERICA LATINA, evento onde visitantes encontram todas as novidades e tendências do mercado orgânico, que vem crescendo de 30% a 40% nos últimos anos
http://www.biobrazilfair.com.br/2015/afeira.asp

Médico americano relaciona a depressão com os intestinos

O médico americano Michael D. Gershon, da Universidade de Columbia NY, recentemente confirmou que o intestino tem seu próprio sistema nervoso autônomo, com uma rede de 100 milhões de neurônios, que por sua vez, liberam os neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas.
Deste modo, 90% da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar, é produzida pelos intestinos. Ele produz também 80% do potencial de imunidade do corpo humano, além de ser grande produtor do hormônio do crescimento.
Atualmente, os tratamentos de depressão envolvem a recaptação desse neurotransmissor (estudos comprovam a relação entre a falta de serotonina no cérebro e os suicídios). Várias necropsias apontaram a falta de serotonina no hipocampo, região do cérebro responsável pelos circuitos de prazer e dor.

“Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e muito açúcar podem interferir no funcionamento do intestino, já que estes fatores modificam o PH intestinal e aceleram o envelhecimento, a falta de vitalidade e podem ainda agravar os quadros de depressão”, afirma Adriana Splendore, psicoterapeuta e terapeuta ortomolecular.
Água e fibras são importantes para o funcionamento dos intestinos, assim como a aveia, o inhame, o arroz integral e a linhaça, de acordo com a terapeuta.
“Para aumentar os níveis cerebrais de serotonina precisamos ingerir alimentos que contenham os minerais Cálcio e Magnésio, os quais estimulam a produção de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina. Entre as fontes de cálcio estão requeijão, queijos magros, brócolis e gergelim. Já as fontes de magnésio são tofu, soja, caju, salmão, espinafre, aveia e arroz integral”, indica Adriana.

Veja a nossa Quiche de Legumes com tofu com gergelim

Fonte foto:https://ffescritor.wordpress.com/2012/08/23/depressao-como-vence-la/
Fonte:http://exame.abril.com.br/

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Seminário SOS GLUTEN

Começou hoje o 

SIMPÓSIO ONLINE SOBRE GLÚTEN

http://bemconectados.com.br/sosgluten/

De 8 a 14 de junho de 2015

Muito bom e esclarecedor..
“O que é alimento para uns,                           para outros é um veneno amargo.”

         (Lucrécio)

É preciso conhecer para saber escolher, por isso o SOSGlúten foi elaborado com especial atenção para que você tenha acesso ao melhor conteúdo sobre o Glúten, a Doença Celíaca, a Sensibilidade ao Glúten Não Celíaca, a Alergia ao Trigo, e todos os sintomas e desordens do organismo relacionados ao consumo de Glúten. Agora se você se queixa de algum desses sintomas abaixo, fique BEMConectado  e tenha a oportunidade de saber GRATUITAMENTE até onde a sua alimentação pode ser responsável por isso.
QUEDA DE CABELO Cansaço Dor nos ossos ou articulações Irritabilidade AnemiaSíndrome do Intestino Irritável Dermatites ou Eczemas Doenças Autoimunes Dores de CabeçaPerda ou Ganho de Peso Dores abdominais Artrite Reumatóide Infertilidade Fibromialgia Diarreia CrônicaDificuldade de Aprendizagem Depressão Problemas Digestivos Confusão Mental Ansiedade DispersãoDiabetes Hipotireoidismo Lupus TDAH